Projeto oferece aulas preparatórias para concursos públicos

 

Por que é tão importante resolver provas de concursos anteriores? Porque é muito difícil saber todo o conteúdo que consta do edital. Mas, para ser aprovado, é essencial saber muito bem o que será cobrado na prova. E, mais ainda, como será cobrado.

Acontece que as bancas têm características próprias e, se você tiver resolvido dezenas, centenas, milhares de questões da organizadora do seu concurso, a sensação de familiaridade e segurança permitirá que você saiba exatamente o que fazer durante a prova.

Imagine a situação: você abre o seu caderno de provas, começa a ler as questões e sorri - você já viu aquilo. Muitas vezes. Já resolveu esse tipo de questões. Conhece a estrutura da prova: um texto longo, uma questão para cada parágrafo. Você já sabe também que haverá algumas questões cansativas de matemática. Você nunca tinha paciência e terminava chutando. Mas não dessa vez. Hoje, você faz toda a prova e deixa as mais complexas para o fim. E, quando vai resolvê-las, está tranquilo. Chega ao resultado de cada uma. Marca o cartão-resposta. E sai satisfeito. Boa prova.

Parece um sonho? Não. Simplesmente, você se preparou de verdade, como deve ser. Um dia, todo candidato dedicado atinge esse ponto. Mas é preciso saber o que fazer para chegar lá. Estudar a teoria, fazer exercícios didáticos, preparar material para revisões, fazer revisões e resolver provas anteriores. De tudo, essa última é a etapa que vai definir o seu desempenho no concurso.

Podemos enumerar diversos quesitos em que as bancas se diferenciam ou se aproximam umas das outras. Mas o mais produtivo mesmo é você conhecer esses aspectos na prática, resolvendo as questões.

Por exemplo, algumas examinadoras tentam cobrir todo o conteúdo programático, cobrando um pouco de cada assunto; outras têm assuntos preferidos, que são sempre abordados nas provas.

Há bancas que praticamente repetem algumas questões em várias provas que elaboram, com pequenas variações.

Algumas organizadoras dão preferência a longos textos de português, com questões de interpretação; outras priorizam questões voltadas para a gramática.

O estilo de enunciado também varia: algumas apresentam enunciados longos, enquanto outras optam por perguntas mais objetivas.

Até ser definida a instituição responsável pelo concurso, o ideal é resolver questões de todas as bancas, exatamente para ter uma preparação mais abrangente. Mas, tão logo seja definida a banca, faça todas as questões possíveis, de preferência sem usar provas muito antigas (até 3 anos é razoável), para ter uma noção atual das questões.

As provas podem ser encontradas na página da organizadora ou em sites de questões. Busque provas de mesmo nível de escolaridade. Nas matérias gerais, como português, todas as questões são úteis. Em matérias mais específicas, como nas disciplinas de direito,  dê preferência para provas de concursos parecidos, para que o foco seja similar.

De início, pode parecer difícil; e é mesmo. Será preciso algum tempo e muita determinação para aparar as arestas, aprofundar os conteúdos necessários e se habituar a “entrar na lógica dos examinadores”. Tudo ficará muito confortável depois. Você não vai mais cair nas “pegadinhas”, porque já serão conhecidas. Também não ficará confuso ao ler os enunciados ou algumas alternativas de resposta, porque já terá errado aquele tipo de questão algumas vezes enquanto estudava, e agora estará mais atento. A consequência natural será muita segurança e um excelente resultado no seu concurso.

Fonte: G1