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Seleções para tribunais têm 800 oportunidades abertas

02/05/2017

Na Bahia, está previsto e confirmado na Lei Orçamentária Anual (LOA) o concurso para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A remuneração é R$ 12 mil

 

Mais de 800 vagas estão abertas para concursos de tribunais de Justiça em todo o Brasil. O que apresenta mais vagas é o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), com 590 para escrivão (nível médio) e 276 para cargos na magistratura (com exigência de nível superior em Direito). Com remuneração de R$ 4.473 a R$ 24.818,71 e benefícios, é possível se inscrever até o dia 15 de maio para o de nível médio e até dia 17 para o nível superior, no site da Fundação Vunesp.

Na Bahia, está previsto e confirmado na Lei Orçamentária Anual (LOA) o concurso para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A remuneração é R$ 12 mil e os cargos são para nível médio e superior. Até o  momento não foram divulgadas informações como inscrição e número de vagas.

Vantagens
Boa remuneração e estabilidade no emprego são fatores que aumentam a concorrência nesse tipo de concurso. Porém, o candidato além de analisar fatores como mudança de cidade, se for o caso, deve escolher uma área que possua afinidade. “Após a aprovação, ele irá dedicar muitas horas do seu dia desempenhando aquela atividade”, justifica Victor Pereira, advogado e professor de cursos preparatórios para concursos.

Carlos Serravalle, técnico judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-Bahia), se formou em Letras em 2012 e logo depois decidiu estudar para concursos. “Estudei para o da Caixa Econômica Federal (CEF), passei e tomei gosto pelo estudo. Soube que no ano seguinte teria o do TRT e estudei. A boa remuneração e a tranquilidade de saber que não serei demitido são as principais vantagens”, diz.

Segundo Carlos, não há segredo, é preciso apenas ter determinação. “O ideal é que se escolha uma área, evite atirar para todos os lados, e estudar. Além disso, é preciso resolver muitas questões”. Alan Vinícius, professor de Direito Constitucional, chama atenção para a escolha da carreira antes de começar os estudos. “Tem carreiras como fiscal, jurídica e bancária que possuem matérias muito distintas apesar de terem as mesmas disciplinas básicas, então o ideal é que o aluno foque em uma e quando sair o edital se dedique apenas às específicas”, recomenda.

 

Desempenho
Apesar dos concursos para tribunais terem disciplinas básicas e específicas da área do Direito, a depender do edital, o concurseiro não precisa ser formado no curso. Além disso, ele também não se deve achar que em desvantagem com relação a candidatos com graduação nesta área. “Há muitos concurseiros mais preparados do que pessoas formadas em Direito. No final das contas, você precisa é saber fazer a prova e entender como os assuntos são cobrados nela”, argumenta Alan.

Para conseguir ter um bom desempenho na prova, o professor Victor Pereira diz que o candidato deve “conciliar um curso - presencial ou online - para ter uma noção geral do assunto e, depois aprofundar os estudos através de questões, que é a melhor maneira de fixar o conteúdo”. 

 

 

 

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